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Para estudar, aplique os FILTROS abaixo:

Leia o texto I e responda às questões de 01 a 05

INFELIZ É QUEM ESPERA PELA FELICIDADE

Falar de felicidade é talvez trazer um tema polêmico e

até contraditório. Todo mundo quer ser feliz, mas poucos

acreditam numa vida feliz. Felicidade tornou-se um assunto

desgastado. Há muito esse assunto fincou pé nos discursos

religioso, científico e midiático e em nenhuma dessas alternativas

se encontrou o caminho para alcançá-la. Então a felicidade

passou a ser encarada como um ideal a ser atingido, mas como

ideal também se diz que ela é impossível e, assim, resta a

frustração. Como se pode desejar tanto uma coisa e ao mesmo

tempo se descrer da possibilidade de ela tornar-se real?

As religiões – de modo mais específico, o cristianismo –

compreendem a felicidade como uma dádiva. E exemplifica: é

possível ser feliz dentro de uma igreja em partilha com outros

crentes, fazendo a caridade aos necessitados, vítimas do destino

(?) ou da exploração social. Há quem diga que sua maior

felicidade seria ver uma criança pobre feliz ou um indigente

satisfeito por ter, naquela manhã, ganho uma cesta de café. Mas

quanto durará a sua felicidade, quanto durará o sorriso da

criança, a satisfação orgânica do indigente? De quantos

desgraçados precisará para se fazer feliz?

Talvez seja mais alentador abandonar a possibilidade

de se ser feliz aqui na terra e transferi-la para a eternidade

celestial. Aqui – dizem alguns religiosos – a existência é um

percurso de sofrimento, de infortúnios porque não há como

resolver todas as desgraças da humanidade. Além disso, o ser

humano é existencialmente desamparado. Não há como evitar a

falsidade, a ingratidão e o conflito com os outros. Se os outros

tanto incomodam, só buscando um lugar em que todos estejam

apaziguados por um ideal comum. No céu, diz-se, só há

felicidade.

A ciência nunca prometeu a felicidade para após a

morte. Na verdade, esse não é o seu campo. Ao contrário, muito

da promessa científica está exatamente em evitar a morte como

se esta fosse a maior razão da infelicidade humana. Sim, saber

da morte entristece; ver outros morrerem, especialmente os mais

próximos, deixa no ar uma tristeza profunda. Às vezes a perda

parece até irreparável. Entretanto, a maioria das pessoas não

pensa na morte todos os dias nem se perde um parente ou

amigo todos os dias, então, isso não justifica a infelicidade. O

estado de tristeza advém também da dor, da insatisfação por não

ter realizado alguns desejos, por não ter concretizado o

planejamento feito no projeto de ano ou por não ter conseguido

simplesmente concluir a agenda diária.

Existe hoje, mais do que nunca, uma pressão para ser o

profissional do mês, o aluno brilhante, a mulher ―perfeita‖ pessoal

e profissionalmente, o homem supergenial com visão de

mercado e saudáveis relações afetivas. Enfim, se quer um ser

humano que, mesmo não sendo feliz, transpareça felicidade.

Para isso, os anabolizantes, as pílulas de combate ao

envelhecimento, de redução de estresse; as pílulas que turbinam

o cérebro e o pênis, modafinil e viagra, respectivamente,

acendem a ideia de que é possível ser plenamente feliz.

Supondo que a adesão à farmacologia seja maciça, haveria a

plenitude da felicidade? Ainda não, porque a felicidade a que

tanto se almeja não é facilitada por coisas ou por ilusões de

mercado.

Aliás, a mídia vende ilusões e por meio delas penhora a

felicidade. O discurso midiático, na maioria das vezes, coloca a

felicidade ao alcance de quem a procura sem delongas e sem

efeitos colaterais e adversos. Compre esse apartamento e seu

lar será maravilhoso, use o tênis tal e seus pés voarão. Abolir

esforços é o marketing fabuloso dos ―espertos‖ para se ir da

infelicidade à felicidade sem escalas ou conexões. É rápido, e

mesmo para quem não tiver dinheiro existem os créditos

bancários, financiamentos etc. Enfim, a felicidade está aí, à

disposição. Porém, a corrida para as compras não pode parar.

Não se pode negar que esses discursos continuarão

convincentes para boa parte das pessoas. Eles convencem pela

exaustão, mas falham porque a felicidade não é uma dádiva nem

uma oferta de terceiros; não se pode empacotá-la como presente

nem o projeto para ser feliz pode ser construído por outra pessoa

ou empresa.

A felicidade só pode ser encontrada na verdade de cada

um. Daí que ser feliz tem a ver com orientar-se por valores

íntimos e humanos que promovem a própria realização pessoal.

A felicidade deve ser procurada aí. Ficar esperando por ela em

promessas alheias ou artifícios fabricados é perda de tempo.

Alguns costumam dizer que a felicidade como tal não

existe. O que há são momentos de felicidade. Pois bem, se a

felicidade são instantes, a infelicidade também. Entre um instante

e outro há o quê? Considerando que não se está em guerra, que

não se está gravemente enfermo, por que não se pode dizer que

se está feliz? Não dá para ser feliz restringindo esse estado aos

dias em que se pensa serem os mais especiais, como o dia em

que se comemora o aniversário, ou se realiza a formatura, o

casamento ou nasce um filho. A vida não se constrói de instantes

célebres. A vida é diária. É a labuta do cotidiano.

A felicidade não deve, pois, ser tomada como momentos

extraordinários. Isso é a felicidade fácil dos imaturos. Viver feliz é

viver na coerência dos valores humanos tanto nos

relacionamentos, quanto no trabalho, em casa ou no lazer. A

felicidade pode não ser um sonho ou um instante. Viver com

dignidade é já razão suficiente para a felicidade

(Profª. Drª. Elza Ferreira Santos. Infeliz é quem espera pela

felicidade. In.: Sociedade no Divã, Jornal da Cidade, B-6

ARACAJU, 17 e 18 de janeiro de 2016)

Marque a alternativa INCORRETA, levando em consideração os conceitos relacionados à sintaxe.

Date: 02/06/2018

na B não tem sujeito elíptico, portanto, está é a alternativa incorreta.

Date: 02/06/2018

a) está correta


Sobre a alternativa b)

Implícito - Ocorre quando o sujeito não está explicitamente representado na oração, mas pode ser identificado.

Por Exemplo: Dispensamos todos os funcionários.

Nessa oração, o sujeito é implícito e determinado, pois está indicado pela desinência verbal -mos.

Observação: o sujeito implícito também é chamado de sujeito elíptico, subentendido ou desinencial. Antigamente era denominado sujeito oculto.

Obs.: quando o verbo está na 3ª pessoa do plural, fazendo referência a elementos explícitos em orações anteriores ou posteriores, o sujeito é determinado.

Por Exemplo: Felipe e Marcos foram à feira. Compraram muitas verduras.

Nesse caso, o sujeito de compraram é eles (Felipe e Marcos). Ocorre sujeito oculto.

Fonte: www.soportugues.com.br

Assim, acho que a b) está correta.


d) está correta Sinto (sinto o que?) que se podem modificar muitas coisas - (OBJETIVA DIRETA)


Se alguém puder explicar pq a c) está correta...

Bons estudos

Date: 02/06/2018

ELIPTICO, TAMBEM PODE SER CHAMADO DE DESINENCIAL

Date: 02/06/2018

Na B não é sujeito elíptico, ou seja, oculto, e sim, inexistente.

Date: 02/06/2018

GABARITO LETRA: b) Em "A vida é diária. É a labuta do cotidiano", temos a corrência, respectivamente, de um sujeito simples e de um sujeito elíptico.

Em " A vida é diária", temos um sujeito simples que é "A vida", um verbo de ligação: "é", e um predicativo do sujeito em "diária".

Já em "É a labuta do cotidiano", temos o "É" que é um verbo de ligação, logo, "labuta" é o predicativo do sujeito, e "do cotidiano" é o sujeito SIMPLES.

Date: 02/06/2018

B) Incorreta (as duas orações tem sujeito)

É a labuta do cotidiano

a labuta (núcleo do sujeito) / do cotidiano (predicativo do sujeito)

/ do cotidiano - não pode ser sujeito, ele está está preposicionado.

Date: 02/06/2018

Alguém consegue me informar onde está o predicativo do sujeito na letra C? Se realmente é um predicado verbo-nominal devem existir dois núcleos do predicado: um verbo nocional e um predicativo do sujeito.

Date: 02/06/2018

Discordo do gabarito... Na minha opinião deveria ser o gabarito "A".

A) Na frase "Esse caso não se aplica a pessoas de índole nervosa", o ―a" é preposição e o substantivo está sendo usado em sentido genérico, por isso não se usa crase. Incorreto

  • "o substantivo está sendo usado em sentido genérico, por isso não se usa crase". Errado - O "a" não leva crase porque o substantivo - PESSOAS - está no plural sem artigo."

b) Em "A vida é diária. É a labuta do cotidiano", temos a corrência, respectivamente, de um sujeito simples e de um sujeito elíptico. Correto!

  • Se observar a passagem do texto que diz: "A vida não se constrói de instantes célebres. A vida é diária. É a labuta do cotidiano." - Podemos perceber que o último período faz referencia à vida.
  • Quem é a labuta do cotidiano?? a vida! - portanto, na minha opinião, o período apresenta o sujeito oculto ou elíptico.


Date: 02/06/2018

Juarez tive o mesmo entendimento que o seu . Não consigo entender por que a A está certa.

Date: 02/06/2018
B está incorreta fazendo a pergunta ao verbo logo temos o sujeito da frase.
Date: 02/06/2018

TAMBÉM ACHEI A ALTERNATIVA "A" INCORRETA, PORQUE "PESSOAS" ESTÁ NO PLURAL E NÃO SE USA CRASE NO SINGULAR DIANTE DE PALAVRAS NO PLURAL.

SE MAIS ALGUÉM TIVER ALGO A ACRESCENTAR, POR FAVOR, ME AJUDE, CREIO QUE A "A" ESTEJA ERRADA.

History and Debate of Internet Censorship

Censorship refers to any action taken by a society to control

access to ideas and information. Throughout history, many

different types of societies, including democracies, have used

censorship in various ways. The issue is increasingly important

due to the rapid development of new communication technology.

As innovators continue to create new ways for people to share

information, many people are now arguing over the issue of

censorship.

Pros and Cons of the Internet Censorship Debate

For the proponents of censorship, restricting the access of

information is something that can provide benefits to society. By

censoring pornography on the internet, children are less likely to

encounter it. By censoring certain types of images and videos,

society can prevent offensive or vulgar material from offending

those that it targets. For example, some would argue that society

should censor material that is insulting to a particular religion in

order to maintain societal harmony. In this way, censorship is

viewed as a way to protect society as a whole or certain

segments of society from material that is seen as offensive or

damaging.

Some argue that censorship is necessary to preserve national

security. Without using any kind of censorship, they argue that it

is impossible to maintain the secrecy of information necessary for

protecting the nation. For this purpose, censorship protects a

state's military or security secrets from its enemies who can use

that information against the state.

Those who are against censorship argue that the practice limits

the freedoms of speech, the press and expression and that these

limitations are ultimately a detriment to society. By preventing free

access to information, it is argued that society is fostering

ignorance in its citizens. Through this ignorance, citizens are

more easily controlled by special interest groups, and groups that

are able to take power are able to use censorship to maintain

themselves. Additionally, they argue that censorship limits a

society's ability to advance in its understanding of the world.

Another main issue for those who are against censorship is a

history of censorship abuse. Those who argue against censorship

can point to a number of examples of dictators who used

censorship to create flattering yet untrue images of themselves

for the purpose of maintaining control over a society. They argue

that people should control the government instead of the

government controlling its people.

(SOURCE: http://www.debate.org/internet-censorship/ accessed

on 19/02/16 at 3:10 pm).

Considerando as palavras retiradas do texto, marque a que não se refere ao plural.

Date: 02/06/2018

Alternativa d) targets

Veja o trecho:

"By censoring certain types of images and videos, society can prevent offensive or vulgar material from offending those that it targets."

No texto, target não é substantivo. Trata-se do verbo to target conjugado na terceira pessoa do singular, targets.

Leia o texto I e responda às questões de 01 a 05

INFELIZ É QUEM ESPERA PELA FELICIDADE

Falar de felicidade é talvez trazer um tema polêmico e

até contraditório. Todo mundo quer ser feliz, mas poucos

acreditam numa vida feliz. Felicidade tornou-se um assunto

desgastado. Há muito esse assunto fincou pé nos discursos

religioso, científico e midiático e em nenhuma dessas alternativas

se encontrou o caminho para alcançá-la. Então a felicidade

passou a ser encarada como um ideal a ser atingido, mas como

ideal também se diz que ela é impossível e, assim, resta a

frustração. Como se pode desejar tanto uma coisa e ao mesmo

tempo se descrer da possibilidade de ela tornar-se real?

As religiões – de modo mais específico, o cristianismo –

compreendem a felicidade como uma dádiva. E exemplifica: é

possível ser feliz dentro de uma igreja em partilha com outros

crentes, fazendo a caridade aos necessitados, vítimas do destino

(?) ou da exploração social. Há quem diga que sua maior

felicidade seria ver uma criança pobre feliz ou um indigente

satisfeito por ter, naquela manhã, ganho uma cesta de café. Mas

quanto durará a sua felicidade, quanto durará o sorriso da

criança, a satisfação orgânica do indigente? De quantos

desgraçados precisará para se fazer feliz?

Talvez seja mais alentador abandonar a possibilidade

de se ser feliz aqui na terra e transferi-la para a eternidade

celestial. Aqui – dizem alguns religiosos – a existência é um

percurso de sofrimento, de infortúnios porque não há como

resolver todas as desgraças da humanidade. Além disso, o ser

humano é existencialmente desamparado. Não há como evitar a

falsidade, a ingratidão e o conflito com os outros. Se os outros

tanto incomodam, só buscando um lugar em que todos estejam

apaziguados por um ideal comum. No céu, diz-se, só há

felicidade.

A ciência nunca prometeu a felicidade para após a

morte. Na verdade, esse não é o seu campo. Ao contrário, muito

da promessa científica está exatamente em evitar a morte como

se esta fosse a maior razão da infelicidade humana. Sim, saber

da morte entristece; ver outros morrerem, especialmente os mais

próximos, deixa no ar uma tristeza profunda. Às vezes a perda

parece até irreparável. Entretanto, a maioria das pessoas não

pensa na morte todos os dias nem se perde um parente ou

amigo todos os dias, então, isso não justifica a infelicidade. O

estado de tristeza advém também da dor, da insatisfação por não

ter realizado alguns desejos, por não ter concretizado o

planejamento feito no projeto de ano ou por não ter conseguido

simplesmente concluir a agenda diária.

Existe hoje, mais do que nunca, uma pressão para ser o

profissional do mês, o aluno brilhante, a mulher ―perfeita‖ pessoal

e profissionalmente, o homem supergenial com visão de

mercado e saudáveis relações afetivas. Enfim, se quer um ser

humano que, mesmo não sendo feliz, transpareça felicidade.

Para isso, os anabolizantes, as pílulas de combate ao

envelhecimento, de redução de estresse; as pílulas que turbinam

o cérebro e o pênis, modafinil e viagra, respectivamente,

acendem a ideia de que é possível ser plenamente feliz.

Supondo que a adesão à farmacologia seja maciça, haveria a

plenitude da felicidade? Ainda não, porque a felicidade a que

tanto se almeja não é facilitada por coisas ou por ilusões de

mercado.

Aliás, a mídia vende ilusões e por meio delas penhora a

felicidade. O discurso midiático, na maioria das vezes, coloca a

felicidade ao alcance de quem a procura sem delongas e sem

efeitos colaterais e adversos. Compre esse apartamento e seu

lar será maravilhoso, use o tênis tal e seus pés voarão. Abolir

esforços é o marketing fabuloso dos ―espertos‖ para se ir da

infelicidade à felicidade sem escalas ou conexões. É rápido, e

mesmo para quem não tiver dinheiro existem os créditos

bancários, financiamentos etc. Enfim, a felicidade está aí, à

disposição. Porém, a corrida para as compras não pode parar.

Não se pode negar que esses discursos continuarão

convincentes para boa parte das pessoas. Eles convencem pela

exaustão, mas falham porque a felicidade não é uma dádiva nem

uma oferta de terceiros; não se pode empacotá-la como presente

nem o projeto para ser feliz pode ser construído por outra pessoa

ou empresa.

A felicidade só pode ser encontrada na verdade de cada

um. Daí que ser feliz tem a ver com orientar-se por valores

íntimos e humanos que promovem a própria realização pessoal.

A felicidade deve ser procurada aí. Ficar esperando por ela em

promessas alheias ou artifícios fabricados é perda de tempo.

Alguns costumam dizer que a felicidade como tal não

existe. O que há são momentos de felicidade. Pois bem, se a

felicidade são instantes, a infelicidade também. Entre um instante

e outro há o quê? Considerando que não se está em guerra, que

não se está gravemente enfermo, por que não se pode dizer que

se está feliz? Não dá para ser feliz restringindo esse estado aos

dias em que se pensa serem os mais especiais, como o dia em

que se comemora o aniversário, ou se realiza a formatura, o

casamento ou nasce um filho. A vida não se constrói de instantes

célebres. A vida é diária. É a labuta do cotidiano.

A felicidade não deve, pois, ser tomada como momentos

extraordinários. Isso é a felicidade fácil dos imaturos. Viver feliz é

viver na coerência dos valores humanos tanto nos

relacionamentos, quanto no trabalho, em casa ou no lazer. A

felicidade pode não ser um sonho ou um instante. Viver com

dignidade é já razão suficiente para a felicidade

(Profª. Drª. Elza Ferreira Santos. Infeliz é quem espera pela

felicidade. In.: Sociedade no Divã, Jornal da Cidade, B-6

ARACAJU, 17 e 18 de janeiro de 2016)

Assinale a alternativa que apresenta a charge que mantém relação de inferência semântica com a conclusão do texto I.

Qual o endereço de broadcast da sub-rede 200.148.10.160/27?

Date: 02/06/2018

http://pt.wikihow.com/Calcular-Endere%C3%A7os-de-Rede-e-de-Broadcast

Date: 02/06/2018

b.

Address: 200.148.10.160____________11001000.10010100.00001010.10100000

Netmask: 255.255.255.224 = 27______11111111.11111111.11111111.11100000

Wildcard: 0.0.0.31__________________00000000.00000000.00000000.00011111

Network: 200.148.10.160____________11001000.10010100.00001010.10100000

Broadcast: 200.148.10.191__________11001000.10010100.00001010.10111111 (Primeiro IP depois do HostMax.)

HostMin: 200.148.10.161____________11001000.10010100.00001010.10100001

HostMax: 200.148.10.190___________11001000.10010100.00001010.10111110

Hosts/Net:30 (A conta e 32, mas retira o um do Host e um da Rede). (0_0_0_0_0) 2^5

128_64_32_16_8_4_2_1

__1__1__1__0_0_0_0_0

__1__1__1_ (2^4) Sub rede

Bons Estudos!

Date: 02/06/2018

A.

255.255.255.192

Bits. 11111111.11111111.11111111.1100000000

128_64_32_16_8_4_2_1

__1__1__0__0_0_0_0_0 = 192

__1__1__ (2^2) Sub rede = 4

Hosts/Net: 62 (A conta e 64, mas retira, um do Host e um da Rede). (0_0_0_0_0_0) 2^6

Date: 02/06/2018

IP: 200.148.10.160/27

/27 significa q vc tem que colocar o "1" e completar o resto dos octetos com Zero, Veja!

/27

11111111.11111111.11111111.11100000

Desta forma já temos 3 octetos resolvidos, pois qualquer coisa com 255 da ele mesmo. Então já temos 200.148.10.?

Agora teremos q transformar o numero que ainda não resolvemos "160" para binário, que fica = 10100000

Agora é só alterar os bits de host para 1 e calcular:10111111 = 191

resultado:200.148.10.191

As portas de comunicação são responsáveis pelas entradas e saídas de dados dos computadores. Alguns protocolos de redes utilizam essas portas para fazer a comunicação com a Internet. Uma das formas de proteger uma rede contra ataques de intrusos é fazendo a proteção adequada dessas portas. Diante desse cenário, que protocolos de rede utilizam as portas de comunicação 22 e 88?

Date: 02/06/2018
22sshServiço Secure Shell (SSH)
88kerberosSistema de autenticação de rede Kerberos

Fonte: http://web.mit.edu/rhel-doc/3/rhel-sg-pt_br-3/ch-p...

Bons estudos!

Date: 02/06/2018

53/TCP,UDP - DNS (Sistema de nome de domínio).

20/TCP - FTP (File Transfer protocol - Protocolo de transferência de arquivo) - data port.
21/TCP - FTP (File Transfer protocol - Protocolo de transferência de arquivo) - control (command) port
.
989/TCP,UDP - FTP Protocol (data) over TLS/SSL.
990/TCP,UDP - FTP Protocol (control) over TLS/SSL.

22/TCP,UDP - SSH (Secure Shell - Shell seguro) - Usada para logins seguros, transferência de arquivos e redirecionamento de porta.

88/TCP - Kerberos (Protocolo de comunicações individuais seguras e identificadas) - authenticating agent.
464/TCP,UDP - Kerberos Change/Set password.
749/TCP, UDP - kerberos-adm, Kerberos administration.
750/UDP - Kerberos version IV.

25/TCP,UDP - SMTP (Simple Mail Transfer Protocol - Protocolo simples de envio de e-mail) - usada para roteamento de e-mail entre servidores (Atualmente é utilizada a porta 587,conforme Comitê Gestor da Internet no Brasil CGI.br.
465/TCP - SMTP over SSL - Conflito registrado com protocolo Cisco.

Date: 02/06/2018

DNS não tem porta e apenas resolução de nomes ou uma simples tradução de endereços de IP por exemplo imagine que o IP 200.111.111.1 e da pagina do google de pesquisa o DNS deixa bonito esse numero de IP, então quando você digita no navegador www.google.com.br ele resolve o nome através do DNS e direciona para o IP da página.

FTP transfere arquivos - portas 20 ou 21

SMTP envio de email - porta 25

SSH login seguro - porta 22

Sobre o protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), analise as afirmativas a seguir: I.O endereço de e-mail da origem e a mensagem fazem parte do cabeçalho de uma mensagem SMTP. II.O serviço DNS deve conter uma entrada do tipo MX que aponte para o servidor de correio eletrônico. III.Atualmente, uma configuração padrão de um servidor SMTP deve permitir Open Relay. Está CORRETO o que se afirma em:

Date: 02/06/2018

Simple Mail Transfer Protocol (abreviado SMTP. Traduzido do inglês, significa "Protocolo de transferência de correio simples") é o protocolo padrão para envio de e-mails através da Internet. Ele foi padronizado pela RFC 821.

É um protocolo relativamente simples, baseado em texto simples, onde um ou vários destinatários de uma mensagem são especificados (e, na maioria dos casos, validados) sendo, depois, a mensagem transferida. Para testar um servidor SMTP, com relativa facilidade, pode-se utilizar o protocolo telnet.

Esse protocolo usa por padrão a porta 25 numa rede Transmission Control Protocol (ou 465 para conexão criptografada via SSL). No Brasil, porém, desde 2013, provedores e operadoras de internet passaram a utilizar a porta 587, como medida de segurança para diminuir o número de spans.

A resolução DNS de um servidor SMTP de um dado domínio é possibilitada por sua entrada MX (Mail eXchange).

A utilização em massa do SMTP remonta aos anos 1980. Na altura, era um complemento ao UUCP, que era mais adequado para transferências de correio eletrônico entre máquinas sem ligação permanente. Por outro lado, o desempenho do SMTP aumenta se as máquinas envolvidas, emissor e receptor, se encontrarem ligadas permanentemente.

O Sendmail foi um dos primeiros (se não o primeiro) agente de transporte de email a implementar SMTP. Em 2001, havia, pelo menos, cerca de 50 programas que implementavam SMTP como cliente (emissor) ou servidor (receptor). Outros servidores SMTP muito conhecidos são: exim, Postfix, Qmail, Microsoft Exchange Server e o Mail da Apple, disponível apenas para usuários do Mac OS ou do iOS para dispositivos móveis da Apple.

Dada a especificação inicial, que contemplava apenas texto ASCII, este protocolo não é ideal para a transferência de arquivos (também chamados de ficheiros). Alguns standards foram desenvolvidos para permitir a transferência de ficheiros em formato binário através de texto simples, como o caso do MIME. Hoje em dia, quase todos os servidores SMTP suportam a extensão 8BITMIME.

O SMTP é um protocolo de envio apenas, o que significa que ele não permite que um usuário descarregue as mensagens de um servidor. Para isso, é necessário um cliente de e-mail com suporte ao protocolo POP3 ou IMAP, o que é o caso da maioria dos clientes atuais.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Simple_Mail_Transfer...


Date: 02/06/2018

I - O endereço, sim, faz parte.

II - CORRETA

III - Nunca! Prato cheio pra spam

Em POO (Programação Orientada a Objetos), é correto afirmar, EXCETO:

Date: 02/06/2018

Conceitos essenciais

  • Classe representa um conjunto de objetos com características afins. Uma classe define o comportamento dos objetos através de seus métodos, e quais estados ele é capaz de manter através de seus atributos. Exemplo de classe: Os humanos
    • Subclasse é uma nova classe que herda características de sua(s) classe(s) ancestral(is)
  • Objeto / instância de uma classe. Um objeto é capaz de armazenar estados através de seus atributos e reagir a mensagens enviadas a ele, assim como se relacionar e enviar mensagens a outros objetos. Exemplo de objetos da classe Humanos: João, José, Marla
  • Atributo são características de um objeto. Basicamente a estrutura de dados que vai representar a classe. Exemplos: Funcionário: nome, endereço, telefone, CPF,...; Carro: nome, marca, ano, cor, …; Livro: autor, editora, ano. Por sua vez, os atributos possuem valores. Por exemplo, o atributo cor pode conter o valor azul. O conjunto de valores dos atributos de um determinado objeto é chamado de estado
  • Método definem as habilidades dos objetos. Bidu é uma instância da classe Cachorro, portanto tem habilidade para latir, implementada através do método de um latido. Um método em uma classe é apenas uma definição. A ação só ocorre quando o método é invocado através do objeto, no caso Bidu. Dentro do programa, a utilização de um método deve afetar apenas um objeto em particular; Todos os cachorros podem latir, mas você quer que apenas Bidu dê o latido. Normalmente, uma classe possui diversos métodos, que no caso da classe Cachorro poderiam ser sente, coma e morda
  • Mensagem é uma chamada a um objecto para invocar um de seus métodos, ativando um comportamento descrito por sua classe. Também pode ser direcionada diretamente a uma classe (através de uma invocação a um método estático)
  • Herança (ou generalização) é o mecanismo pelo qual uma classe (sub-classe) pode estender outra classe (super-classe), aproveitando seus comportamentos (métodos) e variáveis possíveis (atributos). Um exemplo de herança: Mamífero é super-classe de Humano. Ou seja, um Humano é um mamífero. Há herança múltipla quando uma sub-classe possui mais de uma super-classe. Essa relação é normalmente chamada de relação "é um"
  • Associação é o mecanismo pelo qual um objeto utiliza os recursos de outro. Pode tratar-se de uma associação simples "usa um" ou de um acoplamento "parte de". Por exemplo: Um humano usa um telefone. A tecla "1" é parte de um telefone
  • Encapsulamento consiste na separação de aspectos internos e externos de um objeto. Este mecanismo é utilizado amplamente para impedir o acesso direto ao estado de um objeto (seus atributos), disponibilizando externamente os métodos que acessam (getters) e alteram (setters) estes estados. Exemplo: você não precisa conhecer os detalhes dos circuitos de um telefone para utilizá-lo. A carcaça do telefone encapsula esses detalhes, provendo a você uma interface mais amigável (os botões, o monofone e os sinais de tom)
  • Abstração é a habilidade de concentrar nos aspectos essenciais de um contexto qualquer, ignorando características menos importantes ou acidentais. Em modelagem orientada a objetos, uma classe é uma abstração de entidades existentes no domínio do sistema de software
  • Polimorfismo consiste no princípio pelo qual duas ou mais classes derivadas de uma mesma superclasse podem invocar métodos que têm a mesma identificação (assinatura) mas comportamentos distintos, especializados para cada classe. De acordo com a literatura, existem quatro tipos de polimorfismo que uma linguagem de programação pode ter (atente para o fato de que nem toda linguagem orientada a objeto tem implementado todos os tipos de polimorfismo):
    • Universal:
      • Inclusão: um ponteiro para classe mãe pode apontar para uma instância de uma classe filha (exemplo em Java: "List lista = new LinkedList();" (tipo de polimorfismo mais básico que existe)
      • Paramétrico: se restringe ao uso de templates (C++, por exemplo) e generics (Java/C♯)
    • Ad-Hoc:
      • Sobrecarga: duas funções/métodos com o mesmo nome mas assinaturas diferentes
      • Coerção: a linguagem que faz as conversões implicitamente (como por exemplo atribuir um int a um float em C++, isto é aceito mesmo sendo tipos diferentes pois a conversão é feita implicitamente)
  • Interface: é um contrato entre a classe e o mundo externo. Quando uma classe implementa uma interface, ela está comprometida a fornecer o comportamento publicado pela interface[1]
  • Pacotes (ou Namespaces): são referências para organização lógica de classes e interfaces.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o...

Date: 02/06/2018

d) A troca de mensagens é feita apenas entre superclasses e subclasses.

A troca de mensagens é feita entre os objetos, acessando seus métodos.

https://www.caelum.com.br/apostila-java-orientacao...

https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/q...&modo=1


Analise as afirmativas abaixo sobre POO (Programação

Orientada a Objetos).

I.____________________ são classes onde os objetos nunca

são instanciados diretamente.

II.____________________ ocorre quando uma classe herda

características de apenas uma superclasse.

III.____________________ permite a comunicação entre

objetos.

IV.____________________ é o mecanismo utilizado para

impedir o acesso direto aos atributos de um objeto.

Correspondem, respectivamente, às afirmativas I, II, III e IV:

Date: 02/06/2018

Conceitos essenciais

  • Classe representa um conjunto de objetos com características afins. Uma classe define o comportamento dos objetos através de seus métodos, e quais estados ele é capaz de manter através de seus atributos. Exemplo de classe: Os humanos
    • Subclasse é uma nova classe que herda características de sua(s) classe(s) ancestral(is)
  • Objeto / instância de uma classe. Um objeto é capaz de armazenar estados através de seus atributos e reagir a mensagens enviadas a ele, assim como se relacionar e enviar mensagens a outros objetos. Exemplo de objetos da classe Humanos: João, José, Marla
  • Atributo são características de um objeto. Basicamente a estrutura de dados que vai representar a classe. Exemplos: Funcionário: nome, endereço, telefone, CPF,...; Carro: nome, marca, ano, cor, …; Livro: autor, editora, ano. Por sua vez, os atributos possuem valores. Por exemplo, o atributo cor pode conter o valor azul. O conjunto de valores dos atributos de um determinado objeto é chamado de estado
  • Método definem as habilidades dos objetos. Bidu é uma instância da classe Cachorro, portanto tem habilidade para latir, implementada através do método de um latido. Um método em uma classe é apenas uma definição. A ação só ocorre quando o método é invocado através do objeto, no caso Bidu. Dentro do programa, a utilização de um método deve afetar apenas um objeto em particular; Todos os cachorros podem latir, mas você quer que apenas Bidu dê o latido. Normalmente, uma classe possui diversos métodos, que no caso da classe Cachorro poderiam ser sente, coma e morda
  • Mensagem é uma chamada a um objecto para invocar um de seus métodos, ativando um comportamento descrito por sua classe. Também pode ser direcionada diretamente a uma classe (através de uma invocação a um método estático)
  • Herança (ou generalização) é o mecanismo pelo qual uma classe (sub-classe) pode estender outra classe (super-classe), aproveitando seus comportamentos (métodos) e variáveis possíveis (atributos). Um exemplo de herança: Mamífero é super-classe de Humano. Ou seja, um Humano é um mamífero. Há herança múltipla quando uma sub-classe possui mais de uma super-classe. Essa relação é normalmente chamada de relação "é um"
  • Associação é o mecanismo pelo qual um objeto utiliza os recursos de outro. Pode tratar-se de uma associação simples "usa um" ou de um acoplamento "parte de". Por exemplo: Um humano usa um telefone. A tecla "1" é parte de um telefone
  • Encapsulamento consiste na separação de aspectos internos e externos de um objeto. Este mecanismo é utilizado amplamente para impedir o acesso direto ao estado de um objeto (seus atributos), disponibilizando externamente os métodos que acessam (getters) e alteram (setters) estes estados. Exemplo: você não precisa conhecer os detalhes dos circuitos de um telefone para utilizá-lo. A carcaça do telefone encapsula esses detalhes, provendo a você uma interface mais amigável (os botões, o monofone e os sinais de tom)
  • Abstração é a habilidade de concentrar nos aspectos essenciais de um contexto qualquer, ignorando características menos importantes ou acidentais. Em modelagem orientada a objetos, uma classe é uma abstração de entidades existentes no domínio do sistema de software
  • Polimorfismo consiste no princípio pelo qual duas ou mais classes derivadas de uma mesma superclasse podem invocar métodos que têm a mesma identificação (assinatura) mas comportamentos distintos, especializados para cada classe. De acordo com a literatura, existem quatro tipos de polimorfismo que uma linguagem de programação pode ter (atente para o fato de que nem toda linguagem orientada a objeto tem implementado todos os tipos de polimorfismo):
    • Universal:
      • Inclusão: um ponteiro para classe mãe pode apontar para uma instância de uma classe filha (exemplo em Java: "List lista = new LinkedList();" (tipo de polimorfismo mais básico que existe)
      • Paramétrico: se restringe ao uso de templates (C++, por exemplo) e generics (Java/C♯)
    • Ad-Hoc:
      • Sobrecarga: duas funções/métodos com o mesmo nome mas assinaturas diferentes
      • Coerção: a linguagem que faz as conversões implicitamente (como por exemplo atribuir um int a um float em C++, isto é aceito mesmo sendo tipos diferentes pois a conversão é feita implicitamente)
  • Interface: é um contrato entre a classe e o mundo externo. Quando uma classe implementa uma interface, ela está comprometida a fornecer o comportamento publicado pela interface
  • Pacotes (ou Namespaces): são referências para organização lógica de classes e interfaces

https://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o...

Em relação ao MS SQL Server 2012, relacione as duas

colunas da tabela a seguir de forma a conciliar o comando da

coluna da esquerda com a explicação do que está sendo feito na

coluna da direita.

2016_03_31_56fd5f9c9448a.png

A correlação CORRETA das colunas é:

Date: 02/06/2018

Mesmo sem saber SQL Server dava pra acertar a questão, pois sqlcmd remete a prompt de comando e a única opção que tem a alternativa é a letra D.

Marque a alternativa CORRETA:

Date: 02/06/2018

Resposta correta: C


Apesar de ser um serviço oferecido há tempos, muitas pessoas ainda confundem Teste de Invasão (TDI) com avaliação de segurança ou análise de vulnerabilidades, erro comum que deve ser desmistificado.

No TDI, o objetivo é a obtenção do acesso restrito ou irrestrito ao sistema de informação do contratante, independente do método adotado ou da falha encontrada. Entende-se por sistema de informação o ambiente de TI, servidores, estações, documentos e informações confidenciais, caixas de e-mail, aplicações Web. Já na avaliação de segurança ou Security Assessment o ambiente designado é verificado por TODAS as vulnerabilidades conhecidas e/ou de acordo com uma metodologia de testes.