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A utilização de pronomes e advérbios pode contribuir para a coesão textual. Sobre esse assunto,

assinale a alternativa que analisa corretamente o processo coesivo em questão.

Date: 02/06/2018

Onde está o termo destacado da questão?


Date: 02/06/2018

Não concordo com o gabarito.

Pois o pronome faz uma menção catafórica e não anafórica como é sugerido na questão.

Se alguém concordar com gabarito, por gentileza, esclareça minha dúvida.



Date: 02/06/2018

São chamados de pronomes anafóricos aqueles que estabelecem uma referência dependente com um termo antecedente, é uma palavra herdada do grego "anaphorá" e do latim "anaphora".

Designa-se ANÁFORA (não confundir com a figura de linguagem de mesmo nome) o termo ou expressão que, em um texto ou discurso, faz referência direta ou indireta a um termo anterior. O termo anafórico retoma um termo anterior, total ou parcialmente, de modo que, para compreendê-lo dependemos do termo antecedente.

Date: 02/06/2018

Não entendi, citado anteriormente?

mas o nome da canção a qual o trecho faz referência esta posterior,

alguém pode explicar?

Date: 02/06/2018

Não entendi, citado anteriormente?

mas o nome da canção a qual o trecho faz referência esta posterior,

alguém pode explicar?

Date: 02/06/2018

Concordo com os demais, pra mim era catafórica.

Date: 02/06/2018

Eu também pensei que era catafóra, mas se analisarmos de um ponto de vista mais especifico no que compreende o pronome possessivo em destaque, no caso, "suas" remete ao cantor que já havia sido dito anteriormente. Pode ser anafórica. O que acham?

Date: 02/06/2018
a) Em "por ele ter criado novas formas de expressão poética" (1º parágrafo), o pronome pessoal destacado possibilita a coesão por elipse, uma vez que o nome do cantor é omitido, isto é, fica elíptico. O pronome pessoal é o sujeito da oração, nada tem a ver com omissão do nome do cantor.

b) No trecho "Uma de suas principais canções" (3º parágrafo), o pronome possessivo em destaque promove a coesão referencial, pois faz uma menção anafórica a um elemento citado anteriormente no texto. correto, o elemento citado anteriormente: cantor, segundo melhor artista.

c) No trecho "anunciou hoje (13) a Academia Sueca" (1º parágrafo), a utilização do advérbio promove a coesão circunstancial, uma vez que situa o interlocutor no tempo em que se deu o fato relatado. Pode ser em qualquer dia o "hoje", não situa no tempo do fato, situa no momento da leitura.

d) Em "aos 10 anos Dylan escreveu seus primeiros poemas" (2º parágrafo), a coesão foi estabelecida pelo pronome por causa da ênfase que se quis dar à determinada informação, priorizando a posse que ele tinha dos poemas, em vez de sua idade. A ênfase é dada na idade.

e) No trecho "quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para folk music" (2º parágrafo), a coesão por substituição é possibilitada pela partícula destacada, um pronome pessoal do caso oblíquo. "Se" é parte integrante do verbo: voltar-se = tender.


Esse foi meu entendimento, se alguém puder complementar/corrigir, agradeço...


Date: 02/06/2018

Achei brilhante a resposta da Priscilla e concordo totalmente com ela no destaque da letra B, que também errei, pois a relação anafórica é com cantor.

Havia marcado C mas como ela disse e é muito abordado pela FGV "não situa no tempo do fato, situa no momento da leitura".

obrigado...

Date: 02/06/2018

a) Em "por ele ter criado novas formas de expressão poética" (1º parágrafo), o pronome pessoal destacado possibilita a coesão por elipse, uma vez que o nome do cantor é omitido, isto é, fica elíptico. O pronome pessoal destacado possibilita a coesão por referência, evitando repetições indesejadas.

b) No trecho "Uma de suas principais canções" (3º parágrafo), o pronome possessivo em destaque promove a coesão referencial, pois faz uma menção anafórica a um elemento citado anteriormente no texto. correto, o elemento citado anteriormente: cantor, segundo melhor artista. CORRETO: coesão por referência, evitando a repetição e anafórica, pois se refere a um elemento citado anteriormente (Bob Dylan, cantor)

c) No trecho "anunciou hoje (13) a Academia Sueca" (1º parágrafo), a utilização do advérbio promove a coesão circunstancial, uma vez que situa o interlocutor no tempo em que se deu o fato relatado. A coesão é circunstancial, porém não situa no tempo, em que se deu o fato como afirma a questão

d) Em "aos 10 anos Dylan escreveu seus primeiros poemas" (2º parágrafo), a coesão foi estabelecida pelo pronome por causa da ênfase que se quis dar à determinada informação, priorizando a posse que ele tinha dos poemas, em vez de sua idade. A ênfase não é dada a posse dos poemas, mas sim a idade com que ele escreveu..

e) No trecho "quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para folk music" (2º parágrafo), a coesão por substituição é possibilitada pela partícula destacada, um pronome pessoal do caso oblíquo. Neste caso, voltou-se é um verbo pronominal, não se tratando portanto de coesão por substtuição, pois não retoma elemento já citado..

Date: 02/06/2018

Eu havia marcado a opção "A", mas a Priscilla nos deu uma aula na correção e a Simone foi pontual na minha opção marcada: existe uma coesão por referência e não por elipse, minha pergunta é, se a questão estivesse afirmando ser uma coesão por referência, pois faz uma menção anafórica, estaria certa?

Date: 02/06/2018

Felipe, de fato, se a alternativa dissesse "anafórica" estaria certa.

Eu errei a questão por pura falta de atenção (preguiça de raciocínio). A Priscila foi realmente brilhante na correção. Letra B a correta.

Se eu me desse ao trabalho de subtituir "suas" por "dele", talvez ficasse mais visível o fato de que o pronome se refere ao "cantor" e não a "uma das principais canções". --> "Uma das principais canções dele, Like a rolling stones". Dele, o cantor.

Date: 02/06/2018

na questão o autor se refere ao cantor e nao a musica por isso eh anaforica

Date: 02/06/2018

Olá amigos concurseiros fiquei com dúvida nesse questão. O elemento da legenda conta na interpretação de um texto? Porque se contar, não consigo concordar com os colegas de porque a letra c estaria errada uma vez que a informação, na legenda, que o hoje foi publicado no dia 13 de outubro de 2016 e portanto o advérbio promoveria sim uma coesão circunstancial juntada com todos os elementos do texto. Grato se alguém puder tirar essa minha dúvida.

Date: 02/06/2018

Banca CVEST é isso? Nossa gente, que erro grotesco heim? A menção citada na alternativa B é catafórica, não tem nem o que se discutir. Alguém sabe qual foi a justificativa da banca e o porquê a questão não foi anulada?

Date: 02/06/2018

Questão anulada! :P

Date: 02/06/2018

AFINAL FOI ANULADA?

E os comentários da priscilla e tantos outros que concordaram?

Estavam certos ou não?

Tantas pessoas elogiando e concordando, por favor ! explique o correto.

Date: 02/06/2018

NÃO CONSEGUIR ENCONTRAR NADA SOBRE ANULAÇÃO DA QUESTÃO????

Date: 02/06/2018

Caros colegas, entendi da seguinte forma: O pronome possessivo concorda com o termo que vem a sua frente, no entanto retoma o termo anterior, no caso em tela, o pronome SUAS concorda com principais canções, porém retoma o próprio autor (Bob Dylan). O nome da música (like a roling stones) aparece entre vírgulas, pois se trata de aposto explicativo podendo até mesmo ser retirado da frase.

Date: 02/06/2018

Demorei para aceitar essa resposta, mas faz sentido o nome da música ser um aposto e a referência de fato dos 'suas' é o 'cantor' e 'artista'.

Questão trabalhosa!

Date: 02/06/2018

Cara, quando ele fala: uma de suas principais canções, ele ta se referindo a MUSICA que mais se destacou. Então isso é cataforico

Date: 02/06/2018

Entendi a frase da seguinte maneira: Uma de suas principais canções = Uma das principais canções de Bob Dylan, Like a Rolling Stones.

Retomando, desta forma, um elemento citado anteriormente em relação de anáfora

Date: 02/06/2018

Pelas estatísticas essa questão tirara muita gente da prova, apesar de quase ninguém ser obrigado a concordar se a banca deu como certa o jeito é aceitar, mas para quem fez a prova no dia e quis recorrer aí é outra história. Bons Estudos.

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A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto 4A1CCC, julgue o item a seguir.

A palavra “oportunidade” (l.4) retoma a expressão “prática empreendedora” (l.1).

Date: 03/06/2018

Gabarito: ERRADO

A palavra "oportunidade" não é sinônimo de "prática empreendedora" neste contexto e não a retorna. Uma forma simples de observar isso é entender que, pelo contexto, a prática empreendedora pode se dar de três formas: por oportunidade (linha 4), por necessidade (linha 5) ou por desemprego (linha 6).

Comentário: Prof. Décio Terror - Estratégia Concursos.

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Assinale a alternativa que dá continuidade de modo coerente ao texto.

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Assinale a alternativa CORRETA sobre os mecanismos de coesão sublinhados no texto, levando em consideração as recomendações da norma-padrão da língua portuguesa.

Date: 03/06/2018

As alternativas b & e estão corretas "para que" é subordinada de finalidade, assim como afim de que.

Date: 03/06/2018

é A FIM , e não AFIM

Date: 03/06/2018

Afim expressa afinidade

A fim sinônimo de finalidade

Date: 03/06/2018

Pegadinha

Date: 03/06/2018

afim

Ex: Eu e ela temos ideias afins.

a fim

Ex: Você está contanto esta história a fim de me comover.

Date: 03/06/2018

A) ERRADA. Onde e Aonde não podem ser substituídos um pelo outro sem alterar o sentido. Onde tem sentido de permanência, enquanto Aonde traz a ideia de descolamento, sendo acompanhado por verbos que indicam movimento.

B) ERRADA. Para que pode ser substituída por a fim de que e não por 'afim de que', como o colega explicou acima.

C) ERRADA. Nem é uma locução aditiva e portanto, tem sentido aditivo.

D) ERRADA. Apesar de é uma locução preposicional que indica uma oposição a uma ideia exposta, uma quebra de expectativa. No entanto, 'Graças a' é um complemente de valor positivo que também tem o significado genérico de 'por causa de' e 'devido a' (indicando consequência).

E) CORRETA. Mas, porém e todavia são locuções adversativas. Contudo, se diferenciam quanto ao posicionamento. Porém e Todavia tem capacidade de mobilidade e podem aparecer no início, no meio e no final da oração, enquanto o Mas só se posiciona no início da oração.

Date: 03/06/2018

Pegadinha do Malandro! yéé gluglu

ADVERSATIVA: mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto

"MAS" é uma conjunção que, em determinadas substituições, não será possível, mesmo sendo no lugar de outra conjunção adversativa.

A polícia, PORÉM, não acreditava...

A polícia, MAS, não acreditava... (ESTRANHO ESSA FORMAÇÃO)


Machucada nas pernas, os cotovelos..., PORÉM suas roupas...

Machucada nas pernas, os cotovelos..., MAS suas roupas... (SOA LEGAL) Pode ser substituída por? TODAVIA, NO ENTANTO, ENTRETANTO



Assinale o trecho que, ao preencher a lacuna, respeita a

coesão e o sequenciamento coerente das ideias do texto.

As tarifas dos serviços de transporte aéreo público

doméstico encontram-se sob o regime de liberdade

tarifária desde agosto de 2001. Nesse regime, as tarifas

aéreas são definidas pelas empresas que prestam os

serviços, devendo comunicá-las à ANAC em prazo por

esta definido, conforme estabeleceu a Lei n. 11.182, de

2005.Essa Lei assegurou, ainda, que as linhas aéreas

possam ser exploradas por qualquer empresa aérea

interessada, mediante prévio registro na ANAC.

Diferentemente do que ocorria no passado, _______

_____________________________________________.

O cenário de livre concorrência atrai investimentos para o

setor e estimula o crescimento do mercado, a ampliação

da oferta, a diversificação de serviços e, ainda, a redução

de preços. Por consequência, mais pessoas passam a ter

acesso aos serviços aéreos públicos.

Trecho adaptado de Acesso em: 4/1/2016.

Date: 02/06/2018

Atualmente as empresas aéreas que definem os preços das tarifas do serviço de trasporte...

diferentemente que ocorria no passado ( oposição, contrario ), ou seja:

o Estado não mais estabelece preços mínimos ou máximos dos serviços aéreos

Date: 02/06/2018

Obrigado pelo comentário Iuri, foi de grande serventia.

Fico indignado com isso...

Date: 02/06/2018

Fernando, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.... concordo. Perdi alguns minutos rindo da tua indignação. Boa Sorte, parceiro.

Rumo à aprovação!

Date: 02/06/2018

Power Metal Forever \m/.

Date: 02/06/2018

QUE NOVIDADE!!!!!!!!!!!!!!

NÃO SABIA QUE ERA A ALTERNATIVA "E" A CORRETA.


Date: 02/06/2018

acredito que a assertiva correta é a letra E.

Date: 02/06/2018

A alternativa E está correta e está na cara..pois o texto afirma que agora as empresas passaram a cobrar o valor equivalente a passagem...logo se enetende que no passado era cobrado por um orgão maior que no caso é o estado..

Date: 02/06/2018

Pura interpretação de texto...

Leia o texto I e responda às questões de 01 a 05

INFELIZ É QUEM ESPERA PELA FELICIDADE

Falar de felicidade é talvez trazer um tema polêmico e

até contraditório. Todo mundo quer ser feliz, mas poucos

acreditam numa vida feliz. Felicidade tornou-se um assunto

desgastado. Há muito esse assunto fincou pé nos discursos

religioso, científico e midiático e em nenhuma dessas alternativas

se encontrou o caminho para alcançá-la. Então a felicidade

passou a ser encarada como um ideal a ser atingido, mas como

ideal também se diz que ela é impossível e, assim, resta a

frustração. Como se pode desejar tanto uma coisa e ao mesmo

tempo se descrer da possibilidade de ela tornar-se real?

As religiões – de modo mais específico, o cristianismo –

compreendem a felicidade como uma dádiva. E exemplifica: é

possível ser feliz dentro de uma igreja em partilha com outros

crentes, fazendo a caridade aos necessitados, vítimas do destino

(?) ou da exploração social. Há quem diga que sua maior

felicidade seria ver uma criança pobre feliz ou um indigente

satisfeito por ter, naquela manhã, ganho uma cesta de café. Mas

quanto durará a sua felicidade, quanto durará o sorriso da

criança, a satisfação orgânica do indigente? De quantos

desgraçados precisará para se fazer feliz?

Talvez seja mais alentador abandonar a possibilidade

de se ser feliz aqui na terra e transferi-la para a eternidade

celestial. Aqui – dizem alguns religiosos – a existência é um

percurso de sofrimento, de infortúnios porque não há como

resolver todas as desgraças da humanidade. Além disso, o ser

humano é existencialmente desamparado. Não há como evitar a

falsidade, a ingratidão e o conflito com os outros. Se os outros

tanto incomodam, só buscando um lugar em que todos estejam

apaziguados por um ideal comum. No céu, diz-se, só há

felicidade.

A ciência nunca prometeu a felicidade para após a

morte. Na verdade, esse não é o seu campo. Ao contrário, muito

da promessa científica está exatamente em evitar a morte como

se esta fosse a maior razão da infelicidade humana. Sim, saber

da morte entristece; ver outros morrerem, especialmente os mais

próximos, deixa no ar uma tristeza profunda. Às vezes a perda

parece até irreparável. Entretanto, a maioria das pessoas não

pensa na morte todos os dias nem se perde um parente ou

amigo todos os dias, então, isso não justifica a infelicidade. O

estado de tristeza advém também da dor, da insatisfação por não

ter realizado alguns desejos, por não ter concretizado o

planejamento feito no projeto de ano ou por não ter conseguido

simplesmente concluir a agenda diária.

Existe hoje, mais do que nunca, uma pressão para ser o

profissional do mês, o aluno brilhante, a mulher ―perfeita‖ pessoal

e profissionalmente, o homem supergenial com visão de

mercado e saudáveis relações afetivas. Enfim, se quer um ser

humano que, mesmo não sendo feliz, transpareça felicidade.

Para isso, os anabolizantes, as pílulas de combate ao

envelhecimento, de redução de estresse; as pílulas que turbinam

o cérebro e o pênis, modafinil e viagra, respectivamente,

acendem a ideia de que é possível ser plenamente feliz.

Supondo que a adesão à farmacologia seja maciça, haveria a

plenitude da felicidade? Ainda não, porque a felicidade a que

tanto se almeja não é facilitada por coisas ou por ilusões de

mercado.

Aliás, a mídia vende ilusões e por meio delas penhora a

felicidade. O discurso midiático, na maioria das vezes, coloca a

felicidade ao alcance de quem a procura sem delongas e sem

efeitos colaterais e adversos. Compre esse apartamento e seu

lar será maravilhoso, use o tênis tal e seus pés voarão. Abolir

esforços é o marketing fabuloso dos ―espertos‖ para se ir da

infelicidade à felicidade sem escalas ou conexões. É rápido, e

mesmo para quem não tiver dinheiro existem os créditos

bancários, financiamentos etc. Enfim, a felicidade está aí, à

disposição. Porém, a corrida para as compras não pode parar.

Não se pode negar que esses discursos continuarão

convincentes para boa parte das pessoas. Eles convencem pela

exaustão, mas falham porque a felicidade não é uma dádiva nem

uma oferta de terceiros; não se pode empacotá-la como presente

nem o projeto para ser feliz pode ser construído por outra pessoa

ou empresa.

A felicidade só pode ser encontrada na verdade de cada

um. Daí que ser feliz tem a ver com orientar-se por valores

íntimos e humanos que promovem a própria realização pessoal.

A felicidade deve ser procurada aí. Ficar esperando por ela em

promessas alheias ou artifícios fabricados é perda de tempo.

Alguns costumam dizer que a felicidade como tal não

existe. O que há são momentos de felicidade. Pois bem, se a

felicidade são instantes, a infelicidade também. Entre um instante

e outro há o quê? Considerando que não se está em guerra, que

não se está gravemente enfermo, por que não se pode dizer que

se está feliz? Não dá para ser feliz restringindo esse estado aos

dias em que se pensa serem os mais especiais, como o dia em

que se comemora o aniversário, ou se realiza a formatura, o

casamento ou nasce um filho. A vida não se constrói de instantes

célebres. A vida é diária. É a labuta do cotidiano.

A felicidade não deve, pois, ser tomada como momentos

extraordinários. Isso é a felicidade fácil dos imaturos. Viver feliz é

viver na coerência dos valores humanos tanto nos

relacionamentos, quanto no trabalho, em casa ou no lazer. A

felicidade pode não ser um sonho ou um instante. Viver com

dignidade é já razão suficiente para a felicidade

(Profª. Drª. Elza Ferreira Santos. Infeliz é quem espera pela

felicidade. In.: Sociedade no Divã, Jornal da Cidade, B-6

ARACAJU, 17 e 18 de janeiro de 2016)

Julgue a alternativa correta com relação aos recursos de coesão textual e à adequação das palavras e da pontuação usada no texto I.

Date: 02/06/2018

A coesão pode ser obtida através de alguns mecanismos: anáfora e catáfora.

A anáfora e a catáfora se referem à informação expressa no texto e, por esse motivo, são qualificadas como endofóricas.

Enquanto a anáfora retoma um componente, a catáfora o antecipa, contribuindo com a ligação e a harmonia textual.

Date: 02/06/2018

ANÁFORA é um recurso coesivo que retoma algo que já foi citado. Exemplos:

Joana não saiu ontem. Ela preferiu ficar em casa.
Regência e Crase: essas são as matérias mais cobradas em concurso público.

Já a catáfora apresenta algo que ainda não foi dito. Exemplos:
Eu pretendo fazer isto: Estudar os pronomes.
As matérias mais cobradas em concurso público são estas: regência e crase.

Date: 02/06/2018

Letra "d".

ESTE, ESSE, AQUELA, O, A (PERMUTÁVEIS POR AQUILO OU AQUELA), TAL E SEMELHANTE (PERMUTÁVEIS POR QUALQUER DEMONSTRATIVO). SÃO PRONOMES QUE INDICAM ALGUM REFERENTE PONTUADO NO ESPAÇO, NO TEMPO OU NO TEXTO.

CATAFÓRICA: REFERÊNCIA PRA FRENTE


ANAFÓRICA: REFERÊNCIA PRA TRÁS

DISTANTE: AQUELE, AQUELA OU AQUILO.

Leia o texto I e responda às questões de 01 a 05

INFELIZ É QUEM ESPERA PELA FELICIDADE

Falar de felicidade é talvez trazer um tema polêmico e

até contraditório. Todo mundo quer ser feliz, mas poucos

acreditam numa vida feliz. Felicidade tornou-se um assunto

desgastado. Há muito esse assunto fincou pé nos discursos

religioso, científico e midiático e em nenhuma dessas alternativas

se encontrou o caminho para alcançá-la. Então a felicidade

passou a ser encarada como um ideal a ser atingido, mas como

ideal também se diz que ela é impossível e, assim, resta a

frustração. Como se pode desejar tanto uma coisa e ao mesmo

tempo se descrer da possibilidade de ela tornar-se real?

As religiões – de modo mais específico, o cristianismo –

compreendem a felicidade como uma dádiva. E exemplifica: é

possível ser feliz dentro de uma igreja em partilha com outros

crentes, fazendo a caridade aos necessitados, vítimas do destino

(?) ou da exploração social. Há quem diga que sua maior

felicidade seria ver uma criança pobre feliz ou um indigente

satisfeito por ter, naquela manhã, ganho uma cesta de café. Mas

quanto durará a sua felicidade, quanto durará o sorriso da

criança, a satisfação orgânica do indigente? De quantos

desgraçados precisará para se fazer feliz?

Talvez seja mais alentador abandonar a possibilidade

de se ser feliz aqui na terra e transferi-la para a eternidade

celestial. Aqui – dizem alguns religiosos – a existência é um

percurso de sofrimento, de infortúnios porque não há como

resolver todas as desgraças da humanidade. Além disso, o ser

humano é existencialmente desamparado. Não há como evitar a

falsidade, a ingratidão e o conflito com os outros. Se os outros

tanto incomodam, só buscando um lugar em que todos estejam

apaziguados por um ideal comum. No céu, diz-se, só há

felicidade.

A ciência nunca prometeu a felicidade para após a

morte. Na verdade, esse não é o seu campo. Ao contrário, muito

da promessa científica está exatamente em evitar a morte como

se esta fosse a maior razão da infelicidade humana. Sim, saber

da morte entristece; ver outros morrerem, especialmente os mais

próximos, deixa no ar uma tristeza profunda. Às vezes a perda

parece até irreparável. Entretanto, a maioria das pessoas não

pensa na morte todos os dias nem se perde um parente ou

amigo todos os dias, então, isso não justifica a infelicidade. O

estado de tristeza advém também da dor, da insatisfação por não

ter realizado alguns desejos, por não ter concretizado o

planejamento feito no projeto de ano ou por não ter conseguido

simplesmente concluir a agenda diária.

Existe hoje, mais do que nunca, uma pressão para ser o

profissional do mês, o aluno brilhante, a mulher ―perfeita‖ pessoal

e profissionalmente, o homem supergenial com visão de

mercado e saudáveis relações afetivas. Enfim, se quer um ser

humano que, mesmo não sendo feliz, transpareça felicidade.

Para isso, os anabolizantes, as pílulas de combate ao

envelhecimento, de redução de estresse; as pílulas que turbinam

o cérebro e o pênis, modafinil e viagra, respectivamente,

acendem a ideia de que é possível ser plenamente feliz.

Supondo que a adesão à farmacologia seja maciça, haveria a

plenitude da felicidade? Ainda não, porque a felicidade a que

tanto se almeja não é facilitada por coisas ou por ilusões de

mercado.

Aliás, a mídia vende ilusões e por meio delas penhora a

felicidade. O discurso midiático, na maioria das vezes, coloca a

felicidade ao alcance de quem a procura sem delongas e sem

efeitos colaterais e adversos. Compre esse apartamento e seu

lar será maravilhoso, use o tênis tal e seus pés voarão. Abolir

esforços é o marketing fabuloso dos ―espertos‖ para se ir da

infelicidade à felicidade sem escalas ou conexões. É rápido, e

mesmo para quem não tiver dinheiro existem os créditos

bancários, financiamentos etc. Enfim, a felicidade está aí, à

disposição. Porém, a corrida para as compras não pode parar.

Não se pode negar que esses discursos continuarão

convincentes para boa parte das pessoas. Eles convencem pela

exaustão, mas falham porque a felicidade não é uma dádiva nem

uma oferta de terceiros; não se pode empacotá-la como presente

nem o projeto para ser feliz pode ser construído por outra pessoa

ou empresa.

A felicidade só pode ser encontrada na verdade de cada

um. Daí que ser feliz tem a ver com orientar-se por valores

íntimos e humanos que promovem a própria realização pessoal.

A felicidade deve ser procurada aí. Ficar esperando por ela em

promessas alheias ou artifícios fabricados é perda de tempo.

Alguns costumam dizer que a felicidade como tal não

existe. O que há são momentos de felicidade. Pois bem, se a

felicidade são instantes, a infelicidade também. Entre um instante

e outro há o quê? Considerando que não se está em guerra, que

não se está gravemente enfermo, por que não se pode dizer que

se está feliz? Não dá para ser feliz restringindo esse estado aos

dias em que se pensa serem os mais especiais, como o dia em

que se comemora o aniversário, ou se realiza a formatura, o

casamento ou nasce um filho. A vida não se constrói de instantes

célebres. A vida é diária. É a labuta do cotidiano.

A felicidade não deve, pois, ser tomada como momentos

extraordinários. Isso é a felicidade fácil dos imaturos. Viver feliz é

viver na coerência dos valores humanos tanto nos

relacionamentos, quanto no trabalho, em casa ou no lazer. A

felicidade pode não ser um sonho ou um instante. Viver com

dignidade é já razão suficiente para a felicidade

(Profª. Drª. Elza Ferreira Santos. Infeliz é quem espera pela

felicidade. In.: Sociedade no Divã, Jornal da Cidade, B-6

ARACAJU, 17 e 18 de janeiro de 2016)

Julgue a alternativa correta com relação aos recursos de

coesão textual e à adequação das palavras e da pontuação

usada no texto I.


Date: 02/06/2018

PRA QUE UM TEXTO DESSE TAMANHO, SACANAGEM VIU.

Date: 02/06/2018

São chamados de pronomes anafóricos aqueles que estabelecem uma referência dependente com um termo antecedente. Textão para uma questão fácil.

Leia, a seguir, o “Poema brasileiro”, de autoria de Ferreira Gullar:
No Piauí de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
de cada 100 crianças
que nascem
78 morrem
antes
de completar
8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
Observa-se no texto uma repetição de termos com o objetivo de dar ênfase ao problema levantado. Assinale a alternativa que expressa o tipo de coesão evidenciado com esse recurso:

Date: 02/06/2018

Recorrencial: consiste na repetição de palavras

Date: 02/06/2018

Coesão recorrencial

Ocorre quando as estruturas de uma sentença são aplicadas de outra maneira, ou seja, o mesmo conteúdo reutilizado de maneira diferente. O paralelismo é uma estrutura estilística bastante empregada na literatura.

fonte: http://fatoresdetextualidade.blogspot.com.br/p/coe...


Date: 02/06/2018

Gabarito D

Coesão recorrencial, vem de recorrências, repetições.


"Retroceder Nunca Render-se Jamais !"

Força e Fé !

Fortuna Audaces Sequitur !

Date: 02/06/2018

A) Coesão sequencial por conexão é quando, em um texto, tudo está relacionado ente si. Um enunciado está subordinado a outros na medida em que não só se compreende por si mesmo, mas ajuda na compreensão dos demais. Esta interdependência semântica ou pragmática é expressa por operadores do tipo lógico, operadores discursivos e pausas.

B) Coesão referencial ocorre quando determinado elemento textual se refere a outro, substituindo-o. A referência, a princípio, pode ser em relação a um dado externo (exofórica) ou interno (endoforica) ao texto.

C) Coesão anafórica está dentro da referencia endofórica.: referindo-se a algo mencionado anteriormente no texto

D) Coesão recorrencial é um tipo de coesão caracterizada pela repetição de algum elemento anterior. Essa repetição não funciona como na coesão referencial, quando fazemos alusão a um mesmo referente, mas sim como uma lembrança literal do que foi escrito. CERTO

E) Coesão catafórica está dentro da referencia endofórica.: referindo-se a algo que ainda será mencionado no texto


Date: 02/06/2018

Não encontrei o pronome catafórico.

Date: 02/06/2018

O correto é a letra E, pois:

COESÃO RECORRENCIAL

Esse tipo de coesão se caracteriza pela repetição de algum tipo de elemento anterior. Essa repetição não funciona como na coesão referencial, quando fazemos alusão a um mesmo referente, mas sim como uma "lembrança" de um mesmo padrão. Ela pode aparecer de várias formas:

  • Através da recorrência de termos:

Exemplo: Marta falava, falava, falava...

A recorrência nesse caso dá uma ideia de continuidade. Não é uma repetição vocabular vista como desnecessária, mas sim enfática.

  • Através de recursos fonológicos, ou sons, caso da rima:

Exemplo: Ela estava calada, quieta, quietinha...

A repetição "quieta", "quietinha" intensifica a ideia.

  • Através de uma paráfrase, que se refere à recorrência de conteúdos semânticos.

SE LIGA!

A paráfrase é um tipo de intertextualidade, como já estudamos anteriormente. Podemos enquadrá-la nesse mecanismo coesivo, uma vez que liga ideias presentes em textos diferentes e mantém (repete)o sentido do original.

Para quem quiser revisar, segue o link da aula de intertextualidade:http://soumaisenem.com.br/portugues/generos-textuais/os-tipos-de-intertextualidade-parte-1

  • Através de paralelismo, que se baseia na recorrência da mesma estrutura sintática:

Exemplo: Lápis na mão, papel na mesa e ideias na mente sempre geram algum fruto.

Reparem como há nas expressões "Lápis na mão", "papel na mesa" e "ideias na mente" uma relação de equivalência. (a estrutura é semelhante)

SE LIGA!

Nos próximos posts, vamos falar melhor sobre esse importante recurso de progressão textual: o paralelismo. Veremos como identificá-lo em um texto e como trabalhá-lo na redação. Aguardem nossas próximas aulas!Cool

Como podemos ver, a COESÃO RECORRENCIAL trabalha, basicamente, com a reiteração das ideias. Uma informação colocada inicialmente é mantida através de determinada estrutura. Em alguns casos, repetir uma informação pode, sim, ser um recurso coesivo, uma vez que articula os conteúdos. Vimos aqui casos em que esse fenômeno ocorre.

Entretanto, é preciso lembrar que os demais tipos de coesão (referencial, lexical, por elipse, sequencial), muitas vezes, são priorizados já que apresentam informações novas a um texto, sem, necessariamente, repeti-las. Tudo depende da intenção do discurso.

O mais importante é que vocês saibam lidar com os diferentes mecanismos coesivos e busquem trabalhá-los da melhor maneira no momento de construir uma redação, por exemplo.

Fonte: http://soumaisenem.com.br/redacao/coesao-e-coerencia/tipos-de-coesao-sequencial-e-recorrencial-0

Date: 02/06/2018

O gabarito está errado, o correto é a letra E, pois:

COESÃO RECORRENCIAL

Esse tipo de coesão se caracteriza pela repetição de algum tipo de elemento anterior. Essa repetição não funciona como na coesão referencial, quando fazemos alusão a um mesmo referente, mas sim como uma "lembrança" de um mesmo padrão. Ela pode aparecer de várias formas:

  • Através da recorrência de termos:

Exemplo: Marta falava, falava, falava...

A recorrência nesse caso dá uma ideia de continuidade. Não é uma repetição vocabular vista como desnecessária, mas sim enfática.

  • Através de recursos fonológicos, ou sons, caso da rima:

Exemplo: Ela estava calada, quieta, quietinha...

A repetição "quieta", "quietinha" intensifica a ideia.

  • Através de uma paráfrase, que se refere à recorrência de conteúdos semânticos.

SE LIGA!

A paráfrase é um tipo de intertextualidade, como já estudamos anteriormente. Podemos enquadrá-la nesse mecanismo coesivo, uma vez que liga ideias presentes em textos diferentes e mantém (repete)o sentido do original.

Para quem quiser revisar, segue o link da aula de intertextualidade:http://soumaisenem.com.br/portugues/generos-textuais/os-tipos-de-intertextualidade-parte-1

  • Através de paralelismo, que se baseia na recorrência da mesma estrutura sintática:

Exemplo: Lápis na mão, papel na mesa e ideias na mente sempre geram algum fruto.

Reparem como há nas expressões "Lápis na mão", "papel na mesa" e "ideias na mente" uma relação de equivalência. (a estrutura é semelhante)

SE LIGA!

Nos próximos posts, vamos falar melhor sobre esse importante recurso de progressão textual: o paralelismo. Veremos como identificá-lo em um texto e como trabalhá-lo na redação. Aguardem nossas próximas aulas!Cool

Como podemos ver, a COESÃO RECORRENCIAL trabalha, basicamente, com a reiteração das ideias. Uma informação colocada inicialmente é mantida através de determinada estrutura. Em alguns casos, repetir uma informação pode, sim, ser um recurso coesivo, uma vez que articula os conteúdos. Vimos aqui casos em que esse fenômeno ocorre.

Entretanto, é preciso lembrar que os demais tipos de coesão (referencial, lexical, por elipse, sequencial), muitas vezes, são priorizados já que apresentam informações novas a um texto, sem, necessariamente, repeti-las. Tudo depende da intenção do discurso.

O mais importante é que vocês saibam lidar com os diferentes mecanismos coesivos e busquem trabalhá-los da melhor maneira no momento de construir uma redação, por exemplo.

Fonte: http://soumaisenem.com.br/redacao/coesao-e-coerencia/tipos-de-coesao-sequencial-e-recorrencial-0

Date: 02/06/2018

A) Coesão sequencial por conexão Usa- se mais Pronomes

B) Coesão referencial Usa-se mais Conjunções

Date: 02/06/2018

a) Sequencial: quando usa conjunções aditivas, adversativas, causais etc.

b) Referencial: pode ser anáfora, catáfora, por substituição, lexical ou elíptica. Substitui termo ou refere-se a ele através de sinônimos, pronomes etc.

c) Recorrencial: Repetição intencional

d) Anafórica: retoma ideia anteriormente expressa

e) Catafórica: antecipa expressão posterior do texto

Imagem 004.jpg

A frase do texto que, ao ser reescrita, mantém o respeito às regras de concordância e, em linhas gerais, o sentido original é:

Date: 28/05/2018

Gabarito E

 

 

 

Quando o verbo HAVER tiver o mesmo significado do verbo TER ,será flexionado..

 

 

 

Ex:

 

 

As obras e seu respectivo valor teriam de ser avaliados na medida da importância do tema tratado.

 

 

 

Date: 28/05/2018

Só para complementar o comentário anterior.

 

a) Frase sem clareza. E o verbo "existir", como substitui o verbo "haver" na frase original, deveria estar empregado no plural.

 

b) O verbo "poder" deveria estar no singular. De igual modo, o verbo "suscitar".

 

c) O verbo "assentar" deveria estar no plural.

 

d) Verbo "fazer" quando expressa tempo transcorrido é invariável.

 

 

Date: 28/05/2018

O verbo haver quando auxiliar será "influenciado" pelo verbo principal.

Assim, se o verbo principal pode ser flexionado no plural, o verbo auxiliar, no caso, haver, poderá flexionar.

 

Curiosidade: Se o verbo haver for o principal, "influencia" o verbo auxiliar, que nao irá flexionar.

 

Date: 28/05/2018

Não entendi o erro da letra b, alguém poderia me explicar?

Date: 28/05/2018

Crislene, o núcleo do sujeito na oração a que pertence a locução verbal "pode ser suscitado" é o substantivo "gama" ("Uma gama de estados de espírito"). Como o verbo concorda com o núcleo do sujeito, a locução verbal deveria estar no singular. Por isso, a assertiva está errada.

 

Só para complementar... o trecho "que não sabemos nomear" é uma oração adverbial adjetiva restritiva. O sujeito dessa frase é oculto ("Nós não sabemos nomear").

 

Espero ter ajudado.

Date: 28/05/2018

Não entendo o erro da letra B:

"Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz."

Segundo o prof. Odilei frança: o vbo concorda com o nucleo do seu sujeito. Em caso de haver 2 substantivos, e o nycleo do suj, for um termo coletivo, e o segundo for PREPOSICIONADO, poderá concordar com um ou com outro caso não provoque mudança de sentido.

EX: Uma grade parte dos alunos RECLAMOU/RECLAMARAM da prova.

Será que "uma gama" não é um termo coletivo? Felipe pode me ajudar?

 

 

Date: 28/05/2018

Amigo eu não estou entendo é mais nada , quando penso que entende, ai é que eu não entendi nada. Nossa não estou conseguindo assimilar o conteúdo, já não sei mais o que fazer.

Date: 28/05/2018

Questionei uma professora de português e ela me explicou que a alternativa B está gramaticalmente correta.

Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.`

gama é um termo coletivo. Assim, o verbo pode concordar com ele ou com o especificador (estados de espírito). Temos então: uma gama de estados de espírito podem ser suscitados. No entanto, o erro dessa alternativa é que essa frase está sem clareza e não está de acordo com o sentido original do texto. Nesse caso, há que fazer uma leitura acurada do texto.

A alternativa E é, portanto, a mais correta.

Date: 28/05/2018
Date: 28/05/2018

ERRO DA LETRA B

UMA GAMA-------------------------------- SUSCITADOS, DEVERIA SER SUSCITADAS

Date: 28/05/2018

questão cheia de comentários: usando o raciocinio logico : todo mundo errou.

Date: 28/05/2018

Que questão chata, a banca podia pelo menos ter relacionado no texto onde estão as frases transcritas, vamos a elas então:

A- Outra descoberta foi a de que também existia na figuração de um motivo em que estivesse ausente o ser humano alguns valores profundos.
Linha 7 - Descobriu-se também que havia alguns valores profundos na representação de um motivo que não enfocasse o ser humano.

B- Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.

Linha 5 - Com o tempo tornou-se claro que uma cena da vida cotidiana, uma paisagem ou natureza morta poderiam constituir uma grande pintura tanto quanto uma imagem da história ou do mito.

C- É numa concepção de humanidade modificada ao longo do tempo que se assenta noções relativas a uma dimensão humana da arte.

linha 1 - A ideia de uma dimensão humana da arte repousa numa concepção de humanidade que sofreu modificações ao longo do tempo.

D- Não fazem muitos anos que na grande arte só se podiam admitir temas heroicos, míticos ou religiosos.

linha 2 - Não há muito, apenas o heroico, o mítico e o religioso eram admitidos na grande arte.

E- As obras e seu respectivo valor haviam de ser avaliados na medida da importância do tema tratado.

linha 3 - dignidade de um trabalho se media em parte pela importância de seu tema.

Date: 28/05/2018

gente para de neurose. A letra b pode até estar gramaticalmente correta, mais o que o enunciado pede é: "além do respeito às regras de concordância, o sentido original do texto".

Date: 28/05/2018

Mais um tentativa de explicação (hehehe):

Transpondo a frase: O homem produz uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força.

O que pode ser suscitado? Resposta: uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear. O sujeito é uma oração (sujeito oracional), logo a flexão da segunda oração fica no singular.

Pode ser suscitado...

Date: 28/05/2018

Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.

As frases estão com um problema de concordância entre elas. Com o mesmo sujeito: "Uma gama de estados de espírito"

Date: 28/05/2018

Não, pessoal. Caso haja algum erro na letra B, este com certeza não reside no campo gramatical.

"Uma gama de estados (...)" --> Temos aqui uma expressão partitiva seguida de substantivo no plural; ora, de acordo com a gramática normativa, nestes casos a concordância verbal/nominal pode ser feita tanto no singular como no plural. Logo, não há que se apontar o erro no fato de os verbos terem sido flexionados no plural.

**Gramaticalmente:

"Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz." (CORRETO)

"Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, pode ser suscitada pelos artefatos e signos que o homem produz.." (CORRETO)

Date: 28/05/2018

Letra B

"Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, pode ser suscitada pelos artefatos e signos que o homem produz..." (CORRETO)

Date: 28/05/2018

As obras e seu respectivo valor?

como assim?

O certo é: As obras e seus respectivos valores.

A letra E não pode está certa.

Date: 28/05/2018

As obras e seu respectivo valor?

como assim?

O certo é: As obras e seus respectivos valores.

A letra E não pode está certa.

Date: 28/05/2018

GABARITO: E

e) As obras e seu respectivo valor haviam de ser avaliados na medida da importância do tema tratado. CORRETA - "As obras" concordam com "haviam"

Date: 28/05/2018

Concordo com o Paulo Henrique

Deveria ser: as obras e seus respectivos valores.

cade a concordância nominal?

Date: 28/05/2018

Concordo com o César,pois, para identificar se a concordância de uma VERBO está adequada, devemos procurar SUJEITO da frase.

VERBO- HAVIAM

SUJEITO- AS OBRAS

Date: 28/05/2018

Na verdade amigos, na letra A não existe nenhum erro de escrita, e sim, de sentido da frase.

No vídeo a própria professora fala, não existe erro na escrita, mas a frase está totalmente sem pé e cabeça a letra A

Date: 28/05/2018

SERÁ QUE ESTOU LENDO O MESMO TEXTO QUE VOCÊS?

ACHEI NADA COM NADA.


Date: 28/05/2018

Ainda bem não fui o único a ter problemas com essa questão.
Força guerreiros.


Date: 28/05/2018
  • Outra descoberta foi a de que também existia na figuração de um motivo em que estivesse ausente o ser humano alguns valores profundos.

errado,pois o verbo existir deve flexionar,pois deve concordar com 'alguns valores"

  • b) Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.

errado,pois contem uma preposição em "Uma gama de estados " ,logo,o verbo "podem"deve concordar com "uma gama"

  • c) É numa concepção de humanidade modificada ao longo do tempo que se assenta noções relativas a uma dimensão humana da arte.

o verbo assenta deve flexionar,pois deve concordar com "noções relativas"

  • d) Não fazem muitos anos que na grande arte só se podiam admitir temas heróicos, míticos ou religiosos.

errado ao extremo,pois o verbo "fazer" no sentido de tempo decorrico,temperatura não varia

  • e) As obras e seu respectivo valor haviam de ser avaliados na medida da importância do tema tratado.

certo,pois o verbo haver não esta no sentido de existir ou ocorrer,logo,ele varia

Date: 28/05/2018

e) As obras e seu respectivo valor haviam de ser avaliados na medida da importância do tema tratado.

Date: 28/05/2018

Haver será impessoal quando teráo sentidode existir, porém na letra E, não está nesse sentido, logo concordará com o sujeito

Date: 28/05/2018

eu não sei aonde esta o erro na alternativa B


Date: 28/05/2018

Richelli "Podem " não concorda com o núcleo " Uma gama ".


Date: 28/05/2018

verdade!! na letra B o núcleo ''gama'' não concorda com a FLEXÃO do verbo.

Date: 28/05/2018

A frase (b) Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.

reescreve o seguinte trecho do texto:

(Os signos e marcas que o homem produz) podem ainda suscitar estados de espírito inomináveis, e mesmo assim, portadores de uma enorme força.

Ou seja, não mantém o respeito ao sentido original. Aquele "apesar de" não reproduz corretamente o sentido do "mesmo assim" original (não vejo concessão na frase original, aliás não há contraposição entre ser inominável e possuir enorme força.

Date: 28/05/2018

por eliminacao a E eh correta, mas a palavra gera ambiguidade e superficialidade na interpretacao. Passivel de recurso , pela palavra nao dar um sentido concreto ao texto.

Date: 28/05/2018

Alguém sabe explicar o porque da frase "As obras e seu respectivo valor" estar correta?

Date: 28/05/2018

Alguém sabe explicar o porque da frase "As obras e seu respectivo valor" estar correta ?

Não seria "As obras e seus respectivos valores" ?

Date: 28/05/2018

Valor é único

Date: 28/05/2018

Assistam ao vídeo e tirem suas dúvidas. Excelente a explicação!!!!!!!!!!!!!

Date: 28/05/2018

TENTANDO ESCLARECER A LETRA B

Como já foi indicado, quando há núcleo coletivo/partitivo seguido de especificador no plural (Uma gama + de estados), o verbo admite dupla concordância (singular e plural), portanto o erro não está em "podem", nem em "ser suscitados".

Meu palpite é de que o erro está na regência do verbo "nomear". Ele serve tanto como VTD e VTI, mas talvez nesse contexto o mais adequado seria funcionar como VTI (nomear a algo, ou a alguém), e nesse caso, deveria ser adicionada uma preposição antes do pronome relativo QUE. Ficando então:

"Uma gama de estados de espírito a que não sabemos nomear, ..."

Isso é fortificado se considerarmos o sentido da palavra "inominável" no texto, que tem valor pejorativo (não apenas algo que não sabemos o nome). Pesquisando no google, vi que a definição mais própria da palavra inominável nesse sentido é "a que não se quer dar nome por considerações de ordem estética ou lógica ou porque é demasiadamente abjeto, vil para ser nomeado; horroroso, péssimo." -- COM PREPOSIÇÃO.

Portanto, acho que o erro seria esse.

Date: 28/05/2018

O ERRO DA ALTERNATIVA "B" É QUE O VERBO "PODER" ESTÁ NO PLURAL, MAS ELE CONCORDA É COM O ESPÍRITO DE "ESTADO DE ESPÍRITO"

Uma gama de estados de espírito que não sabemos nomear, apesar de sua grande força, podem (PODE) ser suscitados pelos artefatos e signos que o homem produz.

ASSISTAM AO VÍDEO E TIREM SUAS DÚVIDAS!!!!

Date: 28/05/2018
nunca nem vi

Imagem 001.jpg

O invejoso procura destruir a felicidade alheia.

O invejoso age movido também pelo ódio.

O invejoso nutre a expectativa de que o término da felicidade alheia traga felicidade a ele.

As frases acima se articulam com correção e lógica em:

Date: 29/05/2018

Não entendi????

Date: 29/05/2018

O "também" no início da oração não dá a ideia de continuação?

Date: 29/05/2018

O comentário do vídeo para essa questão está muito legal. Mas, eu achei que a alternativa A, embora seja a única passível de ser marcada como certa, não é coerente. Se a frase estivesse construída, "o invejoso procura destruir a felicidade alheia, movido também pelo ódio, pois nutre a expectativa de que o seu término lhe traga felicidade".

Date: 29/05/2018

A questão pede que marquemos o item no qual as frases estão intercaladas de forma coerente e coesas. Senão vejamos:

Alternativa A - (O invejoso age) Movido também pelo ódio, o invejoso procura destruir a felicidade alheia, nutre a expectativa de que seu término (o término da felicidade alheia - Os termos "término e alheia" são retirados para que não haja repetições desnecessárias) lhe traga felicidade (a ele - substituido pelo pronome "lhe").

Date: 29/05/2018

A alternativa A é a única que possui coerência e coesão. As outras possuem algum detalhe que as tornam erradas. Veja:


b) Com a expectativa na qual o término da felicidade do outro lhe traz felicidade, o invejoso, age também pelo ódio e procura destruí-lo.
c) Por acreditar que, o término da felicidade alheia lhe trará felicidade, o invejoso procura destruir-lhe, agindo, também, pelo ódio.
d) O invejoso, o qual age movido também pelo ódio, onde procura destruir a felicidade alheia, nutre a expectativa de que o término desta lhe traga felicidade.
e) Como nutre a expectativa, de que o término da felicidade alheia lhe traga felicidade, o invejoso o qual procura destruir a felicidade alheia, agindo também pelo ódio.

Date: 29/05/2018

Não se precisaria interpretar nada. Bastaria observar que as alternativas de b) até e) apresentam erros de pontuação, sintaxe, concordância e regência.

Date: 29/05/2018

A falta de coesão e coerência das questões "b,c,d,e" são alarmantes !!!

Date: 29/05/2018

Tiago Santos O SEU COMENTÁRIO FOI MUITO ÚTIL PARA A QUESTÃO!!!!!!!!!!!!