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Segundo Schellenberg, os documentos podem conter poucas informações sobre muitas pessoas, coisas ou fenômenos; muitas informações sobre poucas pessoas, coisas ou fenômenos; e muitas informações sobre muitas pessoas, coisas ou fenômenos. No processo de avaliação de documentos proposto pelo autor, tais características integram o critério

Date: 03/06/2018

A dica para essa questão está na parte que ele descre" muitas informações sobre pessoas" ,pensei em densidade informacional devido ao excesso de informação que a questão se refere. Não sei se é o certo. Se alguém souber explicar de maneira mais técnica, eu agradeço. Obrigado

Date: 03/06/2018

A dica para essa questão está na parte que ele descre" muitas informações sobre pessoas" ,pensei em densidade informacional devido ao excesso de informação que a questão se refere. Não sei se é o certo. Se alguém souber explicar de maneira mais técnica, eu agradeço. Obrigado

Acerca da gestão arquivística de documentos, julgue o item.

A destinação final dos documentos pode ser a eliminação ou o recolhimento ao arquivo permanente.

Date: 03/06/2018

Os documentos passam por três fases, sendo a primeira CORRENTE onde o há bastante fluxo do arquivo, a segunda fase é a INTERMEDIÀRIA quando o fluxo do uso do arquivo cai e o documento poderá ser descartado (eliminado) ou recolhido, se recolhido passará para a terceira fase PERMANENTE, os arquivos permanentes não poderão ser descartados pois cunho historico!

Lembrando: TODO documento passa pela fase CORRENTE, mas nem todo documento se torna PERMANENTE!

Date: 03/06/2018

Fases da Gestão de Documentos

Conforme Paes (2005, p. 54), as fases básicas da gestão de documentos são três:

1. Produção de Documentos: refere-se à elaboração dos documentos em decorrência das atividades de um
órgão. Nesta fase, deve-se intervir nos processos de geração dos documentos organizacionais, tendo em vista
evitar que sejam criados ou reproduzidos documentos desnecessários. São projetados também modelos de
formulários e demais documentos que devem ser utilizados pela instituição, de acordo com as necessidades
dos órgãos. Evita-se, portanto, a proliferação de documentos inúteis ou de duplicatas, de modo a otimizar e
disciplinar também os serviços de reprografia e automação arquivística.

2. Utilização de Documentos: esta fase inclui as atividades de protocolo (recebimento, classificação, registro,
distribuição, tramitação), de organização e arquivamento de documentos em fase corrente e intermediária,
bem como a elaboração de normas de acesso à documentação (empréstimo, consulta) e à recuperação de
informações, indispensáveis ao desenvolvimento das funções administrativas das instituições.

3. Avaliação e destinação de documentos: geralmente considerada a mais complexa das três fases da gestão
de documentos, desenvolve-se mediante a análise e avaliação dos documentos acumulados nos arquivos com
vistas a estabelecer seus prazos de guarda, determinando quais serão objeto de arquivamento permanente e
os que deverão ser eliminados por terem perdido seu valor de prova e de informação para a instituição.

Acerca da Tabela de Temporalidade, analise as proposições a seguir.
I. A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante de classificação, que tem por objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos, com vista a garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem.
II. A metodologia de elaboração da tabela de temporalidade fundamenta-se nas funções e atividades desempenhadas pelos órgãos públicos, tomando-se por base o conteúdo da informação contida nos documentos.
III. Os órgãos, ao adotar a tabela, devem designar uma Comissão Provisória de Avaliação que terá a responsabilidade de proceder às adaptações, orientar sua aplicação, orientar o processo de seleção dos documentos e proceder à revisão periódica no que se refere aos documentos relativos às atividades-meio.
Está CORRETO o que se afirma em

Date: 02/06/2018

I - A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante de avaliação, que tem por objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos, com vista a garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem.

II - Correta

III - Os órgãos, ao adotar a tabela, devem designar uma Comissão Permanente de Avaliação que terá a responsabilidade de proceder às adaptações, orientar sua aplicação, dirimir possíveis dúvidas, orientar o processo de seleção dos documentos e proceder à revisão periódica no que se refere aos documentos relativos às atividades-meio.

Acerca da Tabela de Temporalidade, é INCORRETO afirmar que se trata de um instrumento que:

A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante da avaliação dos documentos e tem como objetivos:

Com relação à gestão da informação e à gestão de documentos, julgue os itens a seguir.

Os documentos eletrônicos devem ser avaliados de acordo com

a tabela de temporalidade e classificados a partir do plano de

classificação.

Date: 02/06/2018

ITEM CORRETO

Comentário: A avaliação e a classificação de documentos eletrônicos deve ser realizada da mesma forma com que são tratados os documentos tradicionais, ou seja, utilizando-se a tabela de temporalidade e o plano de classificação da instituição.

Fonte: http://blog.grancursosonline.com.br/wp-content/uploads/2016/01/ARQUI-ELVIS-ANA-1.pdf

Date: 02/06/2018

Questão correta, outras duas respondem, vejam:

Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Noções de Arquivologia | Assuntos: Classificação;

A classificação do documento de arquivo é feita a partir de um código ou plano de classificação e efetivada mediante a anotação desse código no próprio documento.

GABARITO: CERTA.

Prova: CESPE - 2011 - EBC - Analista - Acervo e PesquisaDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Avaliação de documentos;

A avaliação de documentos é operacionalizada mediante a aplicação da tabela de temporalidade de documentos, que se fundamenta no conceito das três idades documentais. Por meio dessa tabela, são gerenciados os prazos de guarda e definida a destinação final dos documentos.

GABARITO: CERTA.

Acerca dos instrumentos de gestão arquivística, julgue os itens a

seguir.

A tabela de temporalidade é o instrumento que, quando aplicado, permite a constituição dos arquivos corrente, intermediário e permanente.

Date: 02/06/2018

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO A Tabela de Temporalidade é instrumento fundamental da avaliação, pois ela registra o ciclo de vida dos documentos. Nela devem constar os prazos de arquivamento dos documentos no arquivo corrente, de sua transferência ao arquivo central ou intermediário, e sua destinação final, quando se determina sua eliminação ou recolhimento ao arquivo permanente. Nesse instrumento é importante registrar também os documentos que deverão ser reproduzidos em outros suportes (microfilmagem, digitalização etc.). Para ser aplicada, a Tabela de Temporalidade deverá ser aprovada por autoridade competente e amplamente divulgada entre os funcionários da instituição ou empresa

Date: 02/06/2018

Como é cediço todos os arquivos possuem um ciclo vital, composto pelas fases corrente, intermediária e permanente. Mas como saber quando um arquivo cumpriu uma fase de seu ciclo de vida e passou para outra fase?

A resposta encontra-se na Tabela de Temporalidade, que é o instrumento que define os PRAZOS DE GUARDA e DESTINAÇÃO FINAL dos documentos.

As fases do ciclo de vida de um documento são definas a partir do seu valor documental e de sua frequência de uso, que estão expressas na Tabela de Temporalidade de Documentos - TTD.

Segundo o glossário de termos arquivísticos, a Tabela de Temporalidade é definida como "Instrumento de destinação, aprovado pela autoridade competente, que determina prazos de transferência, recolhimento, eliminação e mudança de suporte de documentos."

Date: 02/06/2018

Prova: CESPE - 2011 - EBC - Analista - Acervo e PesquisaDisciplina: Arquivologia | Assuntos: Avaliação de documentos;

A avaliação de documentos é operacionalizada mediante a aplicação da tabela de temporalidade de documentos, que se fundamenta no conceito das três idades documentais. Por meio dessa tabela, são gerenciados os prazos de guarda e definida a destinação final dos documentos.

GABARITO: CERTA.

A tabela de temporalidade de documentos, produto gerado pelo processo de avaliação documental, determina prazos e condições de guarda, tendo em vista a transferência, a recolhimento, o descarte ou a eliminação dos documentos, Para que urna tabela de temporalidade possa ser adotada, ela deve ser primeiro:


Date: 02/06/2018

Erro! Não é possível selecionar a opção A. De qualquer forma, a opção correta é a letra D.

A Tabela de Temporalidade é um instrumento de destinação, aprovado por autoridade competente, que determina prazos e condições de guarda tendo em vista a transferência, o recolhimento, o descarte ou a eliminação de documentos.

Date: 02/06/2018

O aprova está em um descaso total com os inscritos no site!

Verifiquei que tem solicitação de 2016 para corrigir a questão, mas o aprova está igual órgão público, só corrige o que mostra!

Para que urna tabela de temporalidade!!!?

Na letra d novamente, urna!?

Sobre a tabela de temporalidade de documentos, avalie as afirmativas a seguir. I.É o produto gerado pelo processo de automação arquivística. II.Sua estrutura contempla a destinação final que é a eliminação definitiva dos documentos. III.Sua aplicação permite eliminar documentos ainda no arquivo corrente. IV.É o instrumento de destinação que determina prazos e condições de guarda. Está correto o que se afirma apenas em:

Date: 02/06/2018

A tabela de temporalidade de documentos, produto gerado pelo processo de avaliação documental, determina prazos e condições de guarda, tendo em vista a transferência, a recolhimento, o descarte ou a eliminação dos documentos.

Uma tabela de temporalidade tem como objetivo definir os prazos de guarda e destinação de documentos, sua estrutura básica necessita de ao menos quatro itens, sendo eles:

Date: 02/06/2018

Todo documento dentro da Administração Pública tem um tempo de vida útil. Esse tempo é denominado "temporalidade do documento", e não é possível determiná-lo de forma aleatória, existem parâmetros definidos na legislação brasileira para isso. As normas estabelecem que os órgãos da Administração Pública devem criar e usar uma Tabela de Temporalidade, Essa tabela define prazos e ações que devem ser tomadas de acordo com o tipo de documento em questão.

Para configurar e utilizar corretamente uma tabela de temporalidade será necessário definir os seguintes itens:

Assunto

Os documentos de uma instituição serão organizado pela hierarquia de atividades e funções. As funções, atividades, documentos e espécies foram nomeadas de assuntos e organizados de acordo com um código específico que será o auxílio para arquivar documentos. Para isso é utilizado um índice que contém todos os códigos e a sua referência, para facilitar na hora da procura.

Prazo de Guarda

O prazo de guarda representa o tempo em que um documento ficará arquivado, nas fases corrente e intermediária. Esse prazo é estipulado pensando, também, nas necessidades de quem elaborou os documentos. O prazo definido foi em anos.

Para tanto, deve ser definida uma ação concreta para especificar uma data para o conjunto de documentos. Uma ação concreta poderá ser "até aprovação das contas ou até a quitação da dívida". Assim, esse prazo é definido em duas fases:

Fase corrente

Fase em que o documento é frequentemente utilizado e deve estar próximo ao departamento que irá utilizá-lo.

Fase intermediária

Fase em que o documento ainda será utilizado pela administração, mas com menor frequência, podendo ser levado para o depósito.

De acordo com a realidade arquivística no Brasil, os prazos de guarda, nessas fases seguem as seguintes variáveis:

1. Para os órgãos que possuem um local de armazenamento de documentos, mas necessitam de serviços de arquivamento intermediário é preciso redefinir os prazos de acordo com as características de cada fase, sem alterar o prazo total de guarda. Esses órgão devem possuir um seguintes setores para armazenamento:

» arquivo setorial – aquele que está dentro da organização;
» arquivo central – (fase intermediária I) que está no depósito dentro do órgão e pode ser requerido a qualquer momento;
» arquivo intermediário – (fase intermediária II) a gestão será feita por uma instituição arquivística pública nas esferas federal, estadual e municipal.

2. Já para os órgãos com local para armazenamento (arquivo central), mas sem serviços de arquivamento intermediário, deve-se utilizar o arquivamento corrente e o arquivo central funcionará como arquivo intermediário. Para isso deverá obedecer os prazos e recolher o arquivo permanente.

3. Para os órgãos sem local para armazenamento, mas com serviços de arquivamento intermediário. Os próprios órgãos poderão armazenar os documentos e estarão na fase de arquivamento corrente (transferindo documentos), após o prazo de guarda, levar para o arquivo intermediário que recolherá o arquivo permanente.

4. Para os órgãos sem local para armazenamento e sem serviços de arquivamento intermediário, os próprios órgãos farão o armazenamento dos documentos próximo ao local de trabalho (armazenamento corrente) e a guarda intermediária pelo próprio órgão ou pelo arquivo público.

Destinação Final

Nessa fase, o documento poderá ser eliminado, caso não represente valor secundário (probatório ou informativo) ou a guarda permanente, quando os documentos são guardados para prova, informação ou pesquisa. A guarda permanente dos documentos será sempre feita por uma instituição arquivística pública, como o Arquivo Nacional e arquivos públicos estaduais e municipais. Um exemplo disso é o Arquivo Público do Distrito Federal, que guarda informações sobre a história da capital em diversos formatos multimídia. Há instituições que guardam os seus próprios arquivos permanentes, sob orientação técnicas dos arquivos públicos.